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Copilota brasileira de 20 anos morre em queda de jato na Flórida

Learjet 60 saiu de Austin com destino às Bahamas e caiu no Condado de Palm Beach; nove pessoas morreram, segundo autoridades dos EUA.

Jato Learjet 60 envolvido em acidente aéreo na Flórida

Uma copilota brasileira de 20 anos morreu na queda de um jato Learjet 60 no domingo (1º), no Condado de Palm Beach, na Flórida, nos Estados Unidos, segundo a CNN Brasil e o g1. A aeronave havia decolado de Austin, no Texas, com destino às Bahamas. Todas as nove pessoas que estavam a bordo morreram, segundo o secretário de Transportes dos EUA, Sean Duffy, citado pelo g1.

O que se sabe

Segundo a CNN Brasil, o avião caiu em uma rodovia, abriu uma cratera próxima a carros que passavam pelo local e não deixou feridos em solo. O g1 informou que a aeronave caiu em uma área residencial e explodiu após atingir o solo. De acordo com a BBC News Brasil, Duffy classificou o acidente como uma “tragédia horrível”, ocorrida a cerca de 14 km do resort Mar-a-Lago, do presidente Donald Trump.

A família confirmou à CNN Brasil e ao g1 que a jovem era copilota do avião. A mãe disse à CNN Brasil que a filha estava trabalhando no momento da queda e a descreveu como responsável e esforçada. O padrasto afirmou à emissora que ela obteve licença para pilotar aos 17 anos, antes da carteira de motorista, formou-se pela American Flyers e acumulava mais de 1.300 horas de voo.

Segundo a CNN Brasil, a jovem nasceu na Flórida, onde a família brasileira mora, e estudou na West Boca Raton High School. Em março de 2025, ela retornou à escola para falar sobre sua experiência na aviação e responder a perguntas de alunos. A CNN Brasil também informou que, em entrevista à CBS12 News em 2023, ela relatou ter iniciado o curso teórico de aviação em 2020 e aprendido sobre o tema com o pai, que começou a voar por lazer em 2018.

Investigação e identificação

As autoridades investigam as causas do acidente, segundo a CNN Brasil. De acordo com o g1, Joseph Abruzzo, administrador do Condado de Palm Beach, afirmou que ainda não há prazo para identificar todos os ocupantes e que parte do trabalho deve exigir exames de DNA. O g1 também informou que o investigador Timothy Montville disse que um dos principais desafios é retirar os destroços maiores da cratera aberta pelo impacto.

Segundo a CNN Brasil, o governador da Flórida, Ron DeSantis, chamou o acidente de “catastrófico” e afirmou que a aeronave parecia um míssil em queda. A BBC News informou que, em áudio de controle de tráfego aéreo, um integrante da tripulação grita que a aeronave iria cair no chão. O Conselho Nacional de Segurança dos Transportes dos EUA apontou, segundo a CNN Brasil, que esta foi a ocorrência aérea mais mortal no país neste ano depois de um acidente de paraquedismo em junho, em Butler, Missouri, que deixou 12 mortos.

Rumores negados

A CNN Brasil informou que a assessoria de Lenny Kravitz negou que o cantor estivesse no jato. Os rumores surgiram após uma piloto publicar que faria uma viagem com o músico de Austin para as Bahamas em 1º de novembro. Segundo a CNN Brasil, a representante do artista disse à Variety que as informações eram falsas, e a piloto também negou nas redes sociais que estivesse na aeronave acidentada, pedindo que não fossem espalhadas especulações sobre a tragédia.

Há divergência nas fontes sobre a forma de identificação já disponível: a CNN Brasil e o g1 informam que familiares confirmaram a presença da copilota brasileira na aeronave, enquanto o g1 também registra que as autoridades ainda não identificaram oficialmente todos os mortos e avaliam o uso de DNA. Até o momento citado pelas fontes, apenas a copilota brasileira havia sido associada publicamente ao voo.

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